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Motores
Especial

Novo ou usado, eis a questão

Com preço de um zero-quilômetro é possível comprar carro com alguns anos de uso, mas mais potente e equipado
18/04/2019 15:53 18/04/2019 15:53

Aquele tão sonhado zero-quilômetro finalmente está ao alcance, mas uma ampla gama de seminovos na mesma faixa de preço deixa muita gente em dúvida. Isso porque geralmente são de segmentos superiores e trazem mais espaço, luxo e tecnologia. Casos de pessoas que entram na concessionária para comprar um zero e acabam levando um seminovo ou usado são mais frequentes do que se imagina. ‘‘É comum acontecer, pois o consumidor inicialmente busca um determinado modelo, mas já durante a primeira conversa com o vendedor percebemos que precisa mesmo de um carro de outro patamar. Recentemente um cliente veio procurando um Etios zero-quilômetro mas, como precisava de um motor mais potente, acabou levando um Corolla seminovo’’, explica o gerente da CarHouse Toyota Novo Hamburgo, Thomas Lipp.

O segredo para aventurar-se em um seminovo está em persistir na busca por exemplares em ótimo estado de conservação, de preferência único dono. Lataria, motor e câmbio devem estar funcionando perfeitamente. Caso contrário, será sinônimo de dor de cabeça. A indecisão geralmente ocorre pela forma como muitos consumidores optam por definir o próximo veículo: não entre diferentes modelos do mesmo segmento, mas pelo que é possível comprar com o montante que têm em mãos.

Seguindo essa linha, com o valor de um Honda Fit CVT zerinho é possível adquirir, por exemplo, um Civic LXR 2016 automático. São duas categorias distintas: o primeiro é um monovolume, o segundo um sedã médio. O Fit ganha em modularidade interna graças às amplas possibilidades de regulagem e rebatimento dos bancos, enquanto o Civic leva vantagem na potência e estabilidade. Já com o valor de um Toyota Etios 1.3 é possível levar para casa um Corolla 2013 com apelo esportivo, o XRS. Por fim, com o dinheiro de um Volkswagen Gol 1.6 automático zero-quilômetro dá para adquirir um Renault Duster 2.0 ano 2016.

Outro fator que faz com que muitos busquem um usado é que o primeiro dono já arcou com os custos de desvalorização que os novos sofrem nos primeiros anos. Saiu da concessionária, já está perdendo valor. Mas quem compra um zero também tem seus argumentos: garantia de fábrica e o incomparável cheiro de carro novo. Tomando como base a tabela Fipe, confira ao lado exemplos de modelos – todos automáticos, dentro da crescente tendência de mercado – que rivalizam em preço e podem deixar qualquer um indeciso.

Arte

Diário de Cachoeirinha

Motores

por Adair Santos
abcmotores@gruposinos.com.br

Gasolina na veia - O tricampeão de Fórmula 1 Nelson Piquet sempre alardeava que nas suas veias não corria hemoglobina, e sim gasolina. Uma anomalia genética que atinge milhões de pessoas no mundo e, pelo jeito, não tem cura. Jornalista há 15 anos, Adair Santos é um desses anormais que literalmente respiram tudo que diz respeito a veículos. Editor do caderno Motores, que circula semanalmente às quartas-feiras no Jornal NH, Jornal VS e Diário de Canoas, é apaixonado por carros, motos e aviões - ou seja, tudo o que tem motor, exceto a maquininha de obturação do dentista. Motores invade a rede - Os carros recém-lançados, aqueles protótipos bizarros que talvez nunca cheguem às ruas, dicas úteis sobre veículos e testes exclusivos. Além da versão impressa, que circula semanalmente às quartas-feiras no Jornal NH, Jornal VS e Diário de Canoas, agora as notícias sobre veículos contam com este importantíssimo espaço virtual para serem divulgadas. Não deixe de participar mandando sugestões e, quem sabe, até um flagrante fotográfico de um veículo que ainda está em fase de testes e futuramente vai ser fabricado no Brasil. Eu e minha máquina - Se você tem orgulho da sua máquina, seja ela um carro antigo ou novo, motocicleta, um triciclo ou até bicicleta, envie sua foto. Junto, informe seu nome completo e idade, cidade onde reside, telefone para contato, marca, modelo, ano de fabricação do veículo e desde quando tem ele na garagem. Mas atenção: não vale mandar só a foto do carro ou moto, você também tem que aparecer na imagem. Então, mãos à obra: passe uma cera na lataria, um gel no cabelo e faça o registro fotográfico.

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