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Palpites de Mãe

Grupo serve de apoio para mães de primeira viagem

Mulheres se reúnem para mensalmente para conversar e se divertir.


Valesca Dias Fotografia
Grupo "Entre Mães" foi criado em maio de 2017
A maternidade, para mães de primeira viagem, pode vir com uma série de dúvidas e ter apoio neste momento é muito importante. pensando nisso, 12 mulheres das mais diversas profissões e idades se uniram e formaram um grupo para trocar experiências. O Entre Mães surgiu em maio do ano passado, da necessidade destas mulheres em compartilhar. Os encontros ocorrem mensalmente, cada vez na casa de uma delas e os bebês são sempre bem-vindos.

Segundo a idealizadora da ação, Ana Paula Rittes, 29 anos, o grupo foi criado com o intuito de umas ajudarem as outras. “Ninguém tinha experiência com a maternidade, mas a gente sentiu na pele que a maternidade não era tão linda e maravilhosa quanto pensávamos.” Ela explica que nos encontros, todos os assuntos trazidos são conversados. “Falamos sobre tudo, desabafamos.”

Dinâmicas

Ana destaca que nas reuniões, além da troca de experiências ocorre também algumas dinâmicas, sempre pensando em valorização e autoestima. “Já fizemos cartazes para apontar qualidades umas nas outras, já recebemos cartas dos maridos relatando como somos como mulheres e que tipo de mãe nos tornamos, entre outras atividades. A intenção é sempre sairmos mais felizes, fortes e confiantes”, diz.

A idealizadora ainda revela que a ideia do grupo também surgiu por conta de saber que suas amigas estavam ficando mais em casa, pro conta dos bebês. “Muitas das meninas ficam em casa o dia todo com as crianças e isso é muito exaustivo. Então, as dinâmicas são feitas também para nos divertirmos e focarmos também em nós, não só nos pequenos. Isso faz bem pra todas nós.”

Amizades

Ana afirma que a amizade acabou surgindo para todas as participantes. “A maioria não se conhecia e uma coisa muito falada no grupo por todas as meninas, é que quando a maternidade vem, a maioria das amizades antigas desaparecem. A gente se sente muito sozinha e o grupo muda isso já que todas estão na mesma fase.”
Ela revela que a união virou marca da ação. “Nos ajudamos bastante. Além do apoio psicológico, trocamos roupas dos bebês e, quando alguma acaba por um motivo ou outro, ficando com dificuldades, ajudamos com leite, fraldas, o que for necessário. Prezamos muito o respeito e amor e nos fortalecemos umas nas outras.”

Participação faz a diferença

Única mãe de gêmeos do Entre Mães (Cristian e Nicolas de 1 ano e 3 meses), Daiane Klug, 28 anos, revela que “o grupo foi uma das melhores coisas que aconteceu depois da maternidade.” “Com a maternidade, muitas amizades de anos nos deixam, e no grupo, mulheres que conheci em um pouco mais de um ano se tornaram amigas indispensáveis.”

Daiane ainda revela que o apoio das outras mães faz toda a diferença no seu relacionamento com os bebês. “Muitas vezes a gente se pergunta: será que estou fazendo certo? Será que vou dar conta? Daí conversar com pessoas que estão no mesmo barco, faz com que a gente perceba que nem tudo é mar de rosas, que nem todos os dias vão ser maravilhosos e poder ter com quem compartilhar esses momentos faz com que os dias, as dificuldades se tornem mais leves.
Só tenho a agradecer a Deus por ter colocado em minha vida essas mulheres, que são mães sensacionais”, relata.

"Caiu a ficha"

Última a entrar na iniciativa, Luana Borges, 26 anos, mãe de Lorenzo, de apenas 2 meses, foi convidada a fazer parte ainda durante a gestação. “Um dos momentos mais importantes da minha gravidez foi o convite para participar do Entre Mamães. Na hora fiquei tão emocionada, pois foi ali que me dei conta: isto está acontecendo de verdade! Eu vou ser mãe!”

Ela diz que ter pessoas que possam ajudar nesta nova fase da vida, é fundamental. “Quando viramos mãe, nossas prioridades e pensamentos mudam. Passamos por tantos momentos, de dúvidas, de insegurança, e até felizes na gravidez e com a chegada do bebê, que precisamos compartilhar. Quase perdi meu filho no início da gravidez. Tive tanto medo! Muito do que sou como mãe hoje é por causa do grupo lindo que faço parte e das amizades verdadeiras que construí com ele.”

Integrantes

Ana Paula Rittes
filho Miguel (1 ano e meio)
Cíntia Pellizzaro
filha Júlia (6 meses)
Danielle Tomazzini
filha Lívia (2 anos)
Daiane Klug
filhos Nicolas e Cristian (1 ano 2 meses)
Franciele Marimon
filho Ricardo (1 ano e 3 meses)
Isadora Serevo
filho Henry (9 meses)
Katiússa Eilert
filha Luísa (1 ano e 4 meses)
Liara Milczarek
filho Joaquim (1 ano e meio)
Luana Borges
filho Lorenzo (2 meses)
Priscila Silvano
filha Vitória (1 ano e meio)
Rosiane Lima
filho Davi (2 anos)
Andresa Fraga
mãe da Valentina (1 ano e 7 meses)

Brincar é fundamental para o desenvolvimento

Especialista fala sobre a importância para os pequenos.


Divulgação
brinquedos devem favorecer habilidades motoras
Você já reparou no seu filho brincando? Em como ele consegue resolver os mais variados tipos de situações usando apenas a imaginação? É no ato de brincar que as crianças desenvolvem diversas capacidades. “Quem não lembra, quando criança, das brincadeiras que fazia?  Brincar de esconde-esconde, alerta, cabra-cega e amarelinha. Estas e outras brincadeiras da época auxiliam as crianças na descoberta de si e do mundo”, comenta a psicopedagoga especialista em Educação e Educação especial, Ana Regina Caminha Braga. 

Ao longo do tempo, brinquedos e brincadeiras foram mudando, diversos fatores contribuíram para isso, mas o prazer da criança em brincar é o mesmo. Segundo Ana, é importante que os professores compreendam a importância deste ato no processo de aprendizagem das crianças. “É importante que o professor tenha consciência desse processo orientando e remodulando projetos que ajudem no desenvolvimento de habilidades e competências oriundas de cada faixa etária.”

Convívio social

Vale lembrar que brincadeira não é o objeto em si, mas o conjunto de estratégias e habilidades que possibilitam as crianças experiências que revelam o mundo e as desenvolvem para o futuro.

O ato de brincar tem um papel fundamental para o desenvolvimento biopsicossocial da criança. É nesse momento que ela se desenvolve, explora característica de personalidade, fantasias, medos, desejos, criatividade e elabora o mundo exterior a partir de seu campo de visão. Para a especialista, a criança precisa experimentar, ousar, tentar, conviver com as mais diversas situações. Brincar com outras crianças, com adultos, com objetos, com o meio. A brincadeira individual também é algo importante, mas brincando com o outro essa criança desenvolve seu convívio social.

Para finalizar a psicopedagoga lembra que as crianças necessitam de brinquedos e brincadeiras que favoreçam seu desenvolvimento, suas habilidades motoras, coordenação grossa e fina, estruturação espaço temporal e lateralidade. “Os pequenos estão em uma fase de descoberta, a brincadeira caracteriza vínculo importante com o seu meio social, seus familiares e amigos, e é desse convívio com o outro, que a criança começa a formar sua ideia de mundo”, completa.

Aleitamento só faz bem

Semana Mundial da Amamentação quer estimular o ato.


Danibat Fotografia/Divulgação
No início, processo é de aprendizado para a mãe e o bebê
A Semana Mundial da Amamentação (1º a 7 de agosto), reforça a importância do leite materno para o desenvolvimento das crianças até 2 anos e exclusivo até os 6 meses de vida - orientação preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). São infinitos os benefícios do aleitamento, inclusive de diminuição de mortalidade infantil.

Segundo a nutricionista do Banco de Leite Humano da Santa Casa, Claudia Abreu Nunes, o leite materno tem todos os nutrientes que o bebê precisa e por isso, deve ser exclusivo até o sexto mês de vida. “Os teores de sódio e potássio, as calorias e a quantidade de proteína, por exemplo, são todos balanceados em todos os leites. Não existe leite fraco.”

Ela comenta também que a imunidade é muito beneficiada com a oferta do leite materno. “Por mais que os leites de fórmula tenham nutrientes, eles não trazem os anticorpos, tão necessários para o bebê, como o leite da mãe”, diz.

Não é fácil

Sobre este tema, me senti na obrigação de escrever um pouquinho do que passei. André demorou para aprender a pegar o peito e a sugar. Muitas mães e bebês passam por isso e insistir é fundamental. Pode doer um pouco também nas primeiras vezes e aqui eu confesso: via “estrelinhas” nas primeiras sugadas. Mas podem ter certeza, tudo isso vale a pena.

Hoje, ele tem 11 meses e ainda mama no peito. Sei que isso o ajuda a ser mais forte e a aumentar o nosso vínculo. Aquele é um momento único, entre mãe e bebê, de amor, de cumplicidade, de olho no olho.

Assim, amamentem seus pequenos e se estiverem com dificuldades, peçam ajuda. Não desistam porque esse momento é realmente mágico.

Banco de leite

Para aquelas mães que estão com dificuldade e precisam de orientação para amamentar melhor o seu filho, ou ainda para quem tem leite sobrando e quer doar, o Banco de Leite Humano da Santa Casa é um local de acolhimento e ajuda. Ele atende, principalmente, a demanda dos recém-nascidos prematuros internados na UTI Neonatal da Maternidade Mário Totta da instituição, em situações em que as mães não podem amamentar os seus bebês.

De acordo com a nutricionista Cláudia, ele é “um local de apoio, incentivo e estímulo ao aleitamento materno”. “Aqui, conseguimos ajudar muito as mães, principalmente a estimular o bebê a fazer a pega certa, para evitar fissuras e problemas na amamentação.”
Além de auxiliar as mães no aleitamento, o banco realiza a coleta, armazenamento e processamento do leite coletado. “O leite doado passa por um processo de pasteurização e análise clínica. Tudo para garantir a segurança do recém-nascido que irá receber”, explica Cláudia.

Qualquer mulher que esteja amamentando, tenha leite em excesso e queira doar, pode coletar em casa ou no próprio banco e fazer a doação. O Banco de Leite Humano da Santa Casa está localizado no primeiro andar do Hospital Santa Clara, junto à Maternidade Mário Totta (Rua Prof. Annes Dias, 135). Funciona diariamente das 7h às 12h e das 13h às 18h30, inclusive nos sábados, domingos e feriados. Mais informações no telefone 3214-8284.

Passar tempo com avós é tudo de bom

Relação de afeto é para toda a vida e faz bem para todos.


Arquivo Pessoal
Avós Enio e Ivone são muito felizes por terem o Théo
“A gente acha que já sentia o maior amor do mundo pela filha, daí vem o neto e mostra que tudo ainda pode ser maior e diferente.” Essa é a constatação de Ivone Giehl Meurer, 44 anos, avó do Théo Santos Meurer, de 1 ano e 11 meses. Na última quinta-feira, 26, foi comemorado o dia dos avós. Diferente do dia das mães e pais, que as pessoas correm para o comércio para comprar um presente, o Dia dos Avós deve ser marcado pela presença daqueles que deram a vida aos nossos pais e seus netinhos.

Ivone e seu marido Enio, de 56 anos, moram com o Théo e ela afirma que a convivência diária só faz o amor crescer. “A gente optou por continuar trabalhando para que minha filha Janaíne pudesse se dedicar ao Théo. Queremos que ele tenha todo o conforto e convívio com a mãe, até para amamentação, que não conseguimos dar, quando fomos pais.”

Para a jovem vovó, “conviver com o Théo é tudo de bom”. Ela lembra que estar com ele a faz ter mais vontade de viver. “O sorriso dele nos compensa tudo. Todos os problemas do dia a dia. É só ele nos chamar, porque ele tem um jeitinho todo especial de chamar vovó, vovô, e a gente já se derrete.”

Construção

Segundo a psicóloga clínica, com atuação nas áreas da infância, adolescência e idade adulta, Fabiana Martini, a relação entre avós e netos é extremamente importante para a construção de vínculos afetivos. “Muitas vezes, são os avós que contam para a criança a história daquela família, falam o quanto ela é parecida com os pais quando eram crianças e faz com que a criança se sinta pertencente aquele núcleo de pessoas.”

A relação entre avós e netos, também conforme Fabiana, pode ser lúdica, descompromissada de imposição de limites. “É uma forma de construir a identidade daquele ser, através de histórias e brincadeiras que podem ficar marcadas para sempre.”

Terceira idade mais saudável


Arquivo Pessoal
Psicóloga Fabiana Martini
A psicóloga Fabiana Martini ainda lembra que atualmente, cada vez mais os avós possuem qualidade de vida e uma terceira idade ativa. “Assim, o avô acaba recebendo uma oportunidade de se sentir revigorado a fazer certa atividade com a criança.” Sem desautorizar os pais, os avós podem participar da construção do ser. “A convivência acaba sendo um ganho em qualidade de vida para ambas as partes.”