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Notícias | Cachoeirinha CACHOEIRINHA

Sessão de julgamento do processo de impeachment de Miki Breier será dia 23 de fevereiro

Definição da data aconteceu na manhã desta segunda-feira (10). Testemunhas da defesa começam a ser ouvida a partir de 3 de de fevereiro

Publicado em: 10.01.2022 às 21:46

Aconteceu na manhã desta segunda-feira (10), a primeira reunião do ano, da Comissão Processante (CP), que avalia o impeachment do prefeito afastado de Cachoeirinha, Miki Breier (PSB). O julgamento do processo, que tem como base as operações do Ministério Público, será no dia 23 de fevereiro em sessão na Câmara de Vereadores.

Miki Breier (PSB) está afastado do cargo de prefeito
Miki Breier (PSB) está afastado do cargo de prefeito Foto: Marcos Eifler/ Assembleia Legislativa
O procurador do prefeito e seu advogado, André Lima, questionou os ritos do processo, desde a substituição da vereadora suplente Pricila Barra (PSD) na função de relatora da CP, até a falta de acesso prévio aos autos que foram anexados ao processo. “Foi feita uma indicação partidária. É uma ilegalidade que enseja a nulidade do processo”, afirma. A vereadora deu lugar ao líder da bancada do partido, Felisberto Xavier (PSD), após o retorno de Juca Soares (PSD) a vaga de titular no legislativo.

De acordo com Lima, por causa da falta de acesso prévia das provas anexadas ao processo, a defesa não poderia se manifestar em depoimento, então ele pediu o adiamento. O presidente da CP, David Almansa (PT), aceitou e o secretário de saúde e ex-assessor de Miki Breier na Assembleia Legislativa, será ouvido no dia 3 de outubro, às 9 horas, na Câmara. Outros depoimentos de testemunhas de defesa e acusação para os dias 4, 7 e 9 de fevereiro, incluindo a fala do prefeito afastado.

Afastamento de Miki Breier e caso SKM

Em junho, foi desencadeada a Operação Proximidade, que investiga uma ligação entre membros da prefeitura, entre eles o prefeito Miki Breier, com o proprietário da SKM, então prestadora do serviço de limpeza urbana. O Ministério Público diz ter evidências de que tenha ocorrido um desvio milionário de renda pública, estimado em 45% dos valores contratados, além de uma mesada mensal no valor de R$40 ml, que seria recebida pelo prefeito. 

Desde então, Miki foi afastado da prefeitura por outra operação, chamada de Ousadia e que também investiga membros do executivo por favorecimentos em licitações e corrupção ativa e passiva. Atualmente o prefeito enfrenta um processo de impeachment na Câmara de Vereadores. 

 

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